Angela Natel On sábado, 30 de junho de 2012 At 06:28

Uma das tarefas da disciplina da Introdução Bíblica é entender como a Bíblia assumiu a forma que tem hoje. Várias outras ciências estão presentes neste processo, com a Crítica Textual, Filologia, Hermenêutica, Crítica da Fonte e, mais recentemente, Arqueologia Bíblica. Conceitos conservadores de interpretação bíblica, como o conceito de inspiração "Verbal-Plenária", em que se entende que as palavras da Bíblia são inspiradas por Deus, também fazem parte do estudo bíblico-doutrinário das Escrituras Sagradas. Um panorama por estas especialidades diferentes e a harmonia que existe entre as mesmas é o foco deste documentário, intitulado "Scriptorium". Este nome evoca as antigas salas de cópia em que os monges no período medieval usavam para copiar livros antigos e, dentre os mesmos, a Bíblia, uma maneira, reconhecidamente, de Deus preservar sua Palavra às gerações posteriores. Convido-o, prezado internauta, a parar um pouco e assistir este interessantíssimo documentário. Sua linguagem, apesar de evocar conceitos técnicos, é fácil e acessível a qualquer pessoa. Uma excelente ferramenta para se saber mais sobre a históra da composição e preservação das Sagradas Escrituras! Bom vídeo!!



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Liberdade de Expressão


É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se:
“é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença"(inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da"argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.